Amigos do Perrengue bem-vindos a 2009! (acho que vou ficar nesse clima de réveillon até o carnaval…)
O primeiro perrengue do ano fala de sobre uma investida marota de minha parte, querendo ser malandro e fazer bonito para de um ser do sexo oposto. Ok, perrengues à parte, tive uma pequena parcela de sucesso. (não vou sair queimando meu filme no meu próprio blog, né?!)
Saímos da aprazível Niterói-RJ eu, uma bela cantora, que será carinhosamente chamada de Limão e a Dolores, protagonista da história de hoje. Era um sábado à noite, após um longo dia de trabalho e reuniões (é… neguinho…sábado) rumamos para Sampaio Correa, distrito de Saquarema-RJ, para o Sítio do Galo. (jurisdição do Sr Presidente, líder dos Limoeiros. Mais pra frente falaremos sobre ele) Um trajeto curto de aproximadamente uma hora e meia, aparentemente inofensivo, principalmente por estarmos à bordo da destemida Dolô.
A Dolores
Como diria nosso prefeito – “é mesmo um caso de amor, desses que ninguém destrói…”
Seria uma desavença de minha parte tratar a Dolores como um carro, pois não o é. O nome Dolores da mitologia da minha cabeça refere-se à uma mulher guerreira (NÃO! NÃO É A XENA!) batalhadora, casca-grossa e de muita personalidade. Dolores é minha primeira dama, levemente ciumenta. É um jipe, Toyota Bandeirantes de 1981. Sim, é um ano mais velha do que eu. No início de nossa relação, ela trajava um modelito azul-calcinha, comovendo multidões por onde passava. Foi presenteada, por um dos seus padrinhos, o Hanson, com uma calcinha azul da mesma cor de sua lataria. Exibíamos tal “amuleto da sorte” pendurado no retrovisor. Hoje, mais madura e moderna, traja uma roupagem arrojada, batizada por mim de azul-pit-bull-boladão.

A Destemida Dolores
