Uma nova e grande aventura!

22 04 2010

[faz de conta que este post foi semana passada...]

É meus amigos! Chegou a hora de anunciar um grande passo para este querido blog de aventuras e perrengues! Vamos expandir os horizontes, respirar novos ares, beber novas cervejas e passar perrengues em outros idiomas!

Exatamente, queridos universitários: o Perrengue na Trip está de mala e cuia, parindo para a Austrália! Um grande sonho se tangibiliza aos poucos, a ficha vai caindo lentamente. É nervosismo, ansiedade, frio na barriga e ao mesmo tempo, uma sensação de “uhuuuuu! PQP!!!!” indescritível.

A idéia de sair do querido Brasil é antiga, amadurecida ao longo dos anos. Era um tipo de viagem pensada para duas pessoas, numa nova etapa da vida. aí >> [shake to shuffle] >> redimensionada para seguir solo. aí >> [shake to shuffle] >> uma nova adesão à aventura! redimensionada pra “quebrar a porra toda” em dupla. E AÍ, A UMA SEMANA ATRÁS >> [shake to shuffle] >> Mermão, eu mesmo parei com esse negócio de planejar… porque essa trip já se reconfigurou tantas vezes, que ouso citar um jargão da administração de empresas que diz:

“todo o planejamento foi feito para dar errado.”

Por isso, neste exato momento o espírito é: Rambo V.  É só um cara, mas que faz uma puta tremenda de uma diferença!

Tô nervoso sim, com medinho, piriri, de porre e mesmo assim muito feliz. A saudade já me atormenta miseravelmente. Uma virtude / defeito dos provincianos da cidade de Niterói é o apego à esta terra e a família de amigos/comparsas.  As amizades que tenho a honra de compartilhar a minha vida permanecerão por aqui. Mas a melhor parte de cada um seguirá comigo, pois foram fundamentais para minha formação.

Amigos e leitores, obrigado pelas energias positivas! Acredito que o próximo contato será lá da terra dos cangurus! Evidente que cada cagada que acontecerá neste percurso será relatada…





Palavras do grande Mestre

10 04 2010

“Um homem precisa viajar.

Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV.

Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor.

Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.

Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.

amyr klink








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