É… gente bonita e saudável que lê o Perrengue na Trip. Pois é… eu recebi algumas reclamações do tipo: “pombas, não vai atualizar essa bagaça não, é????” Então, cá estou, escrevendo para vocês mais uma história da minha vida.
Mortal, filho de Deus e flamenguista (rumo ao G4!!!), logo, também faço aniversário! E como bom blogueiro, fã de uma trip cheia de pegadinhas, decidi comemorar os 27 anos de existência à moda Perrengue na Trip! Assim, tranquilão, curtindo o batidão… e como cara legal que sou, consegui carregar comigo 23 amigos tecnolovers, dentre homens, mulheres e “outros” para passar o feriado do Dia das Crianças no meio do mato…sem luz elétrica, wi-fi, sem poder twittar nada! Já dá para imaginar aquela vinheta da sessão da tarde: “Imaginem só, que tremenda confusão!” Devo inclusive fornecer os créditos totais dessa trip ao nosso Satélite Lua, que cedeu o sítio Quimera às festividades. Obrigado! Um beijo no coração.
Foi uma trip pra lá de arretada, onde os participantes estavam (ou deveriam estar) engajados no estilo viagem de acampamento. Onde a proposta era que todo o sossego da aprazível Mury – RJ seria desequilibrada com a potência das nossas cordas vocais, criatividade e cerveja. Isso mesmo: caos. Como aniversariante, e principal organizador desta empreitada, tive alguns contratempos, dentre eles a exaustão física, que me fizeram ir no sábado de manhã e não na sexta a noite, como a grande maioria. O que me rendeu certa defasagem de ritmo de pensamento em relação ao pessoal que estava lá. Ficará mais claro essa diferença de “vibe” quando assistirem o vídeo abaixo.
Foi um freak show bem divertido. Muitos jogos de tabuleiros, com o oferecimento do Sr Garzia, jogos tribais publicitários por conta do Sr Keller, futebol maori warrior por conta do japonês que vos escreve. É claro que contamos com uma quantidade alienígena de cerveja; vinhos por conta do Coronel e muita, mas muita pinga. Comida de alto nível produzida pelo nosso amigo Grunginho Vermelho (um santo que baixou em nosso Beni Lava que o obrigou a correr pela casa de cuecas, meias e capa vermelha) e é claro, a tradicional feijoada do Sr Coronel. Em resumo, uma orgia gastronômica de marca maior.
Não entrarei em detalhes mais “intensos” dessa experiência, para preservar a integridade dos participantes. Pois o que acontece em Mury, fica em Mury. Mas a vaga lembrança que trouxemos foi muito positiva, como exemplo, Sra. Limão, voz & violão. Outras lembranças mais razoáveis como beber cerveja no Beerbong e pela falta de prática de alguns, soltar parte do conteúdo pelo nariz. Ou pior, fazê-lo com cuba ou pior RUN PURO. Valeu Sr Belote, idéia brilhante. Talvez num futuro nosso fígado reclame…
Algumas fotos comentadas do evento:

Warrior urukai soccer
Por que será que o jovem com “Fuck Me” e uma seta descendente na região lombar está tentando lamber o jovem com “HMMM…” e seta similar pintada na mesma região? Acho que rolou uma química…

Uma localização privilegiada, podemos assim dizer. Barulho da natureza e dos urros dos bêbados ecoavam neste vale encantado.

Uma homenagem à melhor jogadora de todos os tempos, Sra. Limão, minutos antes de ter os ligamentos rompidos pelo Sr Fuck Me.

Wellcome Bong!
Olha eu ali, no ritual de boas vindas: chegou? TEM QUE BONGAR!!!! E não pensem vocês, meus amigos, que o pessoal em volta está gritando coisas fofinhas. Mas, como este instrumento da paz fez parte de 4 curtos anos que passei na faculdade de administração… já graduei na brincadeira. Ah, que saudade. Bebi, sem babar e ainda continuei com a minha latinha antiga, para a frustração da rapaziada, que queria ver o japonês-querubim, chafariz de cerveja. =P Rá! 350ml de cerveja em 3 segundos!
É meus amigos… que felicidade. Fiz questão de compartilhar, pois a felicidade não coube em mim. Fiquei feliz em receber um feedback dos amigos dizendo: “Caraca, que viagem, hein?” Obrigado à todos pela contribuição, pela energia, pela produção (Sr Keller, Vermelhinho e Lua, em especial). Foi ótimo compartilhar com todos esses dias tão intensos.
Cara, que viagem…