Amigos do Perrengue na TRIP! Chegamos a mais um capítulo de nossa saga do pão de queijo em São Tomé das Letras. O dia de hoje teve uma agenda cheia, com muitas atividades e boas histórias, como não poderia deixar de ser.
Dia 12/06/2009 – DIA DOS NAMORADOS: Bar do Dulla
Acordamos relativamente tarde, como fizemos todas as manhãs. Levemente de ressaca, rumamos em busca de um café e pão com queijo, debaixo de uma chuva safada. Lembrei-me pelo caminho que na noite anterior havia marcado de encontrar nossos novos amigos paulistas num tal Bar do Dulla. Como já eram 11 horas da manhã, horário que deveria estar no bar com o pessoal, fomos direto para lá.
Chegamos ainda tímidos, com cara de quem acabou de acordar. Lá encontramos o Flavitows & Loh; Fabrício & Lud. A Bia que fazia parte da nossa facção carioca liderou uma busca por um baralho para começar a jogatina. Fabrício e o Flávio por sua vez, lideraram o bonde da cerveja!
O Bar do Dulla
Um pequeno estabelecimento comercial, feito em pedra são tomé, em frente ao orelhão, na subida para a Pirâmide. Isso mesmo. Dulla é o apelido do proprietário. O nome oficial do bar é ‘Só Jura’, pai falecido do Dulla. Uma varanda aconchegante com um sonzinho na janela tocando rock ‘n’ roll, Zé Ramalho, Secos e Molhados e é claro, Raul Seixas.
Do lado de dentro, uma mesa logo de fronte para a porta, com nada mais nada menos que 40 tipos de cachaças. Na parede, detalhes da decoração peculiar fazem deste bar um universo paralelo. Detalhes que merecem ser observados são: estacionamento das bruxas (vassouras pregadas na parede); certidão de óbito do Raul Seixas, objetos tradicionais de fazenda e é claro, as espécies bizarras de cachaças que são servidas lá. E espantem-se com ranking de vendas das cachaças:
1a. Gabriela (com cravo & canela)
2a. Com mel (dã…)
3a. De COBRA! (pOrRa! cachaça com uma baita cobra, morta, eu espero, dentro da garrafa!)

Estacionamento das Bruxas; o Alquimistas e suas crias!









